O primeiro gráfico mostra o total de óbitos por dia, com a quebra por região. Por causa da concentração de óbitos no Sudeste, a região aparece dividida em três: São Paulo, Rio de Janeiro e demais estados (Minas Gerais e Espírito Santo). A escala à direita é em milhares.
Nota-se pelo gráfico que a participação de São Paulo no total vem caindo, o que era esperado. Por ser o primeiro estado atingido, concentrou no início a maior parte dos casos e óbitos resultantes. À medida que o vírus se espalhou, outras áreas passaram a ter casos (e consequentes óbitos), diminuindo a proporção do estado.
Outro detalhe que chama a atenção no gráfico é o pequeno número de óbitos tanto no Sul quanto no Centro-Oeste. As duas regiões aparecem como minúsculas barras.
Ao lado está o gráfico que mostra a situação dos casos registrados. Eles podem permanecer ativos ("em acompanhamento") ou terem se encerrado, com o paciente recuperado ou ido a óbito.
Após a inversão no final de abril das curvas dos casos "em acompanhamento" com a de "recuperados", o gráfico tornou-se praticamente três linhas paralelas ao eixo horizontal.
A proporção de óbitos em relação ao total depende da quantidade de testes. Mais testes e ela é menor,poucos testes, ela é maior. Assim, as outras duas curvas é que são relevantes para acompanhar a evolução da epidemia. O final da epidemia se caracteriza com a curva de casos em acompanhamento atingindo o valor zero. Variações abruptas do número de testes aplicado pode causar distorções na curva, seja por um salto de recuperados, com a identificação de pessoas contaminadas, mas já recuperadas ou nos caos em acompanhamento pela identificação de mais casos, especialmente os com sintomas leves e assintomáticos.
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