quarta-feira, 3 de junho de 2020

Explicando o coronaboard (Final)

Chegamos ao último post explicando o coronaboard até segunda ordem. Nada impede que ele seja reformulado e tudo tenha de ser explicado novamente.

Na parte de baixo do painel há um conjunto de 12 gráficos (até ontem eram nove) com a evolução dos óbitos diários. Com exceção do segundo gráfico na primeira linha, todos seguem o mesmo padrão: os pontos indicam os dados e as linhas são as médias móveis de sete dias. A data zero em todos eles é a data em que cada estado (ou região) atingiu a marca de 50 casos registrados. As diferenças da cor de fundo é para salientar as mudanças nas escalas verticais.

O primeiro gráfico, marcado com a linha vermelha em volta, é do total do Brasil.
O segundo gráfico na primeira linha, com a linha azul ao redor, mostra a evolução em cada região. Nesse não há os pontos com os dados de cada dia, apenas as médias móveis.
Os demais gráficos são dos dez estado com o maior número de óbitos. Os três primeiros (São Paulo, Rio de Janeiro e Pará) estão com fundo cinza pois a escala vertical vai até 300. Nos demais, com fundo amarelo claro, a escala vai até 150.


Abaixo há um gráfico para ilustrar a sua composição. Os pontos representam os dados diários. A linha laranja é a média móvel do estado identificado no título. As linhas finas de cor cinza são os demais estados para permitir a comparação.


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