O CORONAdiário nasceu motivado pela curiosidade. Qual a
velocidade com que a epidemia se espalha? Quantas vítimas
faz? Há padrões? E outras perguntas de mesma natureza. Para tentar respondê-las
é preciso dados. Do Brasil, há os boletins diários divulgados pelo Ministério
da Saúde. Do mundo, sites como Our World in data e Worldometer
compilam de fontes diversas (como o European
Centre for Disease Prevention and Control
– ECDC) e os apresentam de
forma
amigável. Com
os dados como matéria-prima
– e são muitos – há material suficiente para tentar entender o que se passa e
fazer, ainda que com muita cautela, alguma projeção sobre o futuro.
No entanto, fazer dúzias de comparações, ter alguns insights e
sair das profundezas da ignorância (no sentido de desconhecimento) não tem
muito sentido se resumido ao autor confinado. Divulgar e, com isso, propiciar a
troca de idéias
com informação como base é importante, ainda mais ao se considerar a gravidade
da pandemia. (Se você acha que não é grave, talvez mude de opinião ao final
destas páginas.). A alternativa de despejar opiniões sem
fundamento (isto é, desprovida de dados e elementos da realidade) não
contribui para a tomada de decisões efetivas no momento (na verdade não
contribui em momento algum, mas raramente passa-se por uma crise como a atual).
Os
dados atualizados do Ministério da Saúde mostram 6.836 casos confirmados e 241 mortes; no último dia foram 1.119 casos (mais do que
o acumulado até 10 dias atrás) e 39 mortes (mais do que o total não faz uma
semana). Não é um cenário alentador.
O
esforço em
fazer o CORONAdiário é para disseminar
estatísticas e análises que contribuam para que as pessoas tenham base para
opinar. Uma informação necessária para se perceber o difícil momento.
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